Navegando por Assunto "Lendas Amazônicas"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Os contos Amazônicos como proposta de ensino na formação leitora na Educação de jovens e Adultos (E.J.A)(2013) ESPÍNDULA, Rosa Lúcia Góes; SILVA, Leiliane Nascimento daEste trabalho tem como objetivo principal compreender, através da análise dos dados coletados na Escola Estadual De Ensino Fundamental e Médio José Maria De Moraes, localizado no Bairro Novo, município de Barcarena - PA, o processo de aprendizagem na formação leitora de alunos da quarta etapa da Educação de Jovens e Adultos – EJA. Para atingir tal objetivo realizamos o levantamento do referencial teórico pautando-nos nas teorias as quais se referem ao uso dos gêneros textuais como imprescindíveis a qualquer projeto de intervenção didática, pois segundo Schneuwly & Dolz (1997), “o gênero trabalhado como objeto de ensino-aprendizagem é sempre uma variação do gênero de referência”. Tomamos como referenciais aquelas que também tratam a leitura como sendo indispensável para a inserção ao mundo do conhecimento e do aperfeiçoamento, tais como: “A importância do Ato de Ler” de Paulo Freire, “Estratégia De Leitura” de Isabel Solé, “Ler e Escrever na Escola: O Real, O Possível e o Necessário” Delia Lenner, entre outros. O tema foi escolhido porque acreditamos que nesta modalidade de ensino, o uso deste gênero discursivo podem reconfigurar a prática pedagógica em sala de aula e o cotidiano escolar. Pretendem-se com este trabalho apresentar o gênero textual, mais precisamente os Contos Amazônicos como objetivo de ensino da língua, nas séries finais da Educação de Jovens E adultos (E.J. A). Visto que através deste suporte acreditamos que é possível estabelecer relações entre a aprendizagem e o uso social que o falante faz da língua. Nesta perspectiva entende se que o estímulo ao hábito de leitura, através dos contos amazônicos, pode contribuir para a aquisição de múltiplos saberes, e nada mais justo aliar esta formação à aquilo que tanto proporciona interesse e prazer tanto aos jovens como aos adultos. Visto que entre os desafios da modalidade de ensino da EJA, inclui-se também a preparação dos alunos para o mercado de trabalho, o que ganha destaque na atual conjectura educacional do país. Até porque é postulado pela LDB 9394/96, a qual determina no Art. 1º. (...) § 2º em que diz que “a educação escolar deverá vincular-se ao mundo e à prática social”. Dessa forma, o professor, para atuar e desenvolver uma aprendizagem significativa, deve estar sempre em busca de novos recursos metodológicos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Jogo Desafio Científico das Lendas Amazônicos para o ensino interdisciplinar de Ciências da Natureza e suas Tecnologias(2025-02-19) PEREIRA, Kézia Cristina Rendeiro; SANTOS, Janes Kened Rodrigues dos; http://lattes.cnpq.br/1953451890905577; https://orcid.org/0000-0001-9294-5391A Química ainda é uma das componentes curriculares mais temidas pelos estudantes do Ensino Médio, devido ao seu elevado nível de abstração e muitas vezes, pela prática de um modelo meramente expositivo de ensino. Nesta direção, este trabalho visa apresentar um Produto Educacional autoral intitulado “Desafio Científico das Lendas Amazônicas”. Ele é um jogo de tabuleiro octógono com perguntas e respostas pautadas na BNCC que contextualiza os conteúdos curriculares do Ensino Médio da área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias. É uma importante ferramenta pedagógica, pois integra saberes culturais de contação oral de histórias, mitos e lendas e conhecimentos científicos, utilizando as lendas amazônicas, como ponto de partida para explorar conceitos de forma contextualizada e lúdica. Foram selecionadas as seguintes narrativas para compor o jogo: Matinta Pereira, Curupira, Iara, Boto Cor-de-Rosa, Mandioca, Saci-Pererê, Corpo Seco e Vitória-Régia para a contextualização conceitual. De modo informal, isto é, semTrabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Pensamento computacional na Amazônia Ribeirinha: uma metodologia híbrida de ensino baseada em lendas locais(2026-07-16) SANTOS, Jobson Iuri Pinheiro dos; PINHEIRO, Lucas Vinícius Machado; LIMA FILHO, Marcelo Saldanha; http://lattes.cnpq.br/9986942176543384; PORTELA, Carlos dos Santos; http://lattes.cnpq.br/7707594869367480; https://orcid.org/0000-0001-6273-1069O Pensamento Computacional (PC) tornou‑se competência essencial na educação básica, mas seu ensino em escolas ribeirinhas da Amazônia enfrenta desafios como falta de infraestrutura tecnológica e formação docente. Este trabalho propõe, desenvolve e avalia uma metodologia híbrida (desplugada e plugada com Scratch) baseada em lendas amazônicas (Curupira, Mapin-guari, Caipora e Boto) para ensinar os quatro pilares do PC: Decomposição, Reconhecimento de Padrões, Abstração e Pensamento Algorítmico, a alunos do 5º ano “A” do Ensino Funda-mental da Escola Terezinha Gueiros, em Oeiras do Pará. Participaram 25 alunos. A pesquisa, de natureza aplicada e abordagem qualitativa, com elementos quantitativos, seguiu os princípios da pesquisa‑ação, com duas oficinas, uma de 4 horas e outra com 2horas e 30 minutos (por conta de queda de energia). Foram utilizados observação participante, análise de produções (mapas, cartões comparativos de lendas, projetos Scratch), rubrica analítica e um Kahoot com 11 perguntas aplicado como pós-teste. Um pré-teste oral com 5 perguntas verificou o conhecimento prévio: nenhum aluno sabia o que era PC, decomposição, abstração ou reconhecimento de padrões; apenas três (18,75%) tinham noção vaga de pensamento algorítmico. Na oficina desplugada, a dinâmica com cartões comparou as lendas do Curupira, Mapinguari e Caipora, identificando semelhanças (todos protetores da floresta) e diferenças (aparência e modo de agir). A média de 86,93% de acertos representa um salto significativo em relação ao conhecimento quase zero do pré-teste. Destaque para decomposição (97,9% de acertos) e pensamento algorítmico (88,75%). A abstração apresentou a maior dificuldade (56,3% de acertos). Evidências qualitativas indicaram alto engajamento, colaboração, criatividade (falas regionais, sons personalizados) e capacidade de depuração. Conclui-se que a abordagem híbrida com lendas locais é eficaz, culturalmente relevante e replicável em contextos semelhantes, embora o pilar da abstração demande reforço adicional.