Navegando por Assunto "Health equity."
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Atuação da atenção primaria à saúde nas comunidades tradicionais indígenas e quilombolas no estado do Pará(2025-03-20) SOUZA, Mayk Auzier; MARTINS, Tracy Martina Marques; http://lattes.cnpq.br/6308790966854045; https://orcid.org/0000-0003-0250-2234Os povos e comunidades tradicionais possuem um modo de vida, produção e reprodução social que se relaciona principalmente ao meio ambiente e ao território que vivem. Os grupos se identificam com base em sua identidade étnica e no coletivo social. A Atenção Primária à Saúde (APS) é considerada a principal porta para a entrada no Sistema Único de Saúde (SUS), que proporciona o primeiro contato das pessoas, famílias e comunidades com os serviços públicos de saúde. Este trabalho objetivou descrever o atendimento especializado às comunidades tradicionais através da atuação da Atenção Primária à Saúde (APS). Para tal, realizou-se uma pesquisa bibliográfica através das bases de dados Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), considerando os seguintes descritores: “Atenção Primária à Saúde (APS)”, “APS e Comunidades Tradicionais” e “APS e Sistema Único de Saúde (SUS)”. A escolha desses termos visa aprofundar a compreensão sobre a atuação da APS no contexto das comunidades tradicionais, bem como seu papel estruturante dentro do SUS, à luz dos princípios da equidade, integralidade e universalidade preconizados pela política nacional. A proposta de atendimento médico móvel com especialistas surge como uma alternativa inovadora para enfrentar os desafios geográficos e logísticos enfrentados em regiões mais afastadas. Essa iniciativa busca integrar os cuidados primários com os especializados, levando atendimento de qualidade a populações que muitas vezes estão distantes dos centros urbanos. Para que essa proposta funcione de forma eficaz, é fundamental que os profissionais de saúde e os líderes locais conheçam bem a população que atendem, reconhecendo suas realidades, culturas e necessidades específicas. Além disso, é necessário mapear os serviços de saúde disponíveis e identificar estratégias que realmente façam a diferença no cuidado oferecido. A implementação dessa proposta depende de investimentos em infraestrutura, tecnologia e capacitação das equipes de saúde. Também é essencial que políticas públicas inclusivas sejam desenvolvidas e fortalecidas, garantindo que essas ações promovam, de fato, melhorias no acesso e na qualidade da atenção à saúde nas regiões mais remotas.