Logo do repositório
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
  • Entrar
    Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
Logo do repositório
  • Tudo na BDM
  • Documentos
  • Contato
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
  • Entrar
    Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Acesso à água"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 1 de 1
Resultados por página
Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    A falta de acesso à água potável na Comunidade Nova Esperança da Ilha João Pilatos (Ananindeua-Pa): desigualdades socioespaciais e estratégias de sobrevivência
    (2026-02-28) FERREIRA, Joelson Dias; SANTOS, Elisana Batista dos; https://lattes.cnpq.br/3219900674797756; https://orcid.org/0000-0001-9785-6937
    O presente estudo analisou as condições de acesso à água potável na comunidade Nova Esperança, localizada na Ilha João Pilatos, município de Ananindeua (PA). A investigação de caráter qualitativo e exploratório, utilizou pesquisa bibliográfica, análise documental, observação participante e aplicação de questionários semiestruturados para compreender as desigualdades socioespaciais e as estratégias de sobrevivência adotadas pela população. Os resultados evidenciam um paradoxo típico da Amazônia: em meio à abundância hídrica natural, a comunidade enfrenta a precariedade extrema na infraestrutura de abastecimento, sem rede pública de distribuição. A qualidade da água é comprometida, e os tratamentos caseiros, como fervura e filtração, são insuficientes para garantir a segurança microbiológica e química. A pesquisa identificou que a falta de acesso seguro e digno à água é resultado de uma histórica negligência do poder público e da omissão em políticas de saneamento, configurando injustiça socioambiental e a violação do direito humano à água. Sob a perspectiva da justiça ambiental, a distribuição da água reflete relações de poder que marginalizam territórios periféricos. No entanto a comunidade demonstra resiliência e capital social, desenvolvendo estratégias autônomas de gestão do recurso e manifestando disposição para ações coletivas. Conclui-se que há necessidade de urgência de políticas públicas integradas, intersetoriais e participativas, que superem a lógica da marginalização territorial e garantam efetivamente o direito fundamental à água. É imprescindível que o planejamento urbano e de saneamento incorpore as realidades e saberes locais, reconhecendo as comunidades ribeirinhas e insulares não como meras beneficiárias, mas como protagonistas centrais na construção de soluções sustentáveis e equitativas, essenciais para a justiça socioambiental na Amazônia.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Enviar uma Sugestão
Brasão UFPA