Faculdade de Medicina - CALTA
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Navegando Faculdade de Medicina - CALTA por Assunto "Amazônia"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise de casos de Tuberculose em um estado da Amazônia Brasileira entre 2017 a 2021(2023-12-13) BEZERRA, Antônio Marcos Almeida; COELHO, Aldine Cecília Lima; http://lattes.cnpq.br/1301455016936905; https://orcid.org/0000-0001-7467-6781; LIMA, Sérgio Beltrão de Andrade; http://lattes.cnpq.br/9605804462479747; https://orcid.org/0000-0002-9531-2482Sendo admitido que os primeiros casos tenham ocorrido de fato em múmias egípcias, há mais de 5000 anos a. C., a tuberculose é uma doença histórica, causada pelo Mycobacterium tuberculosis que cursa, principalmente, com sintomas como febre, sudorese noturna e perda de peso e que nos dias atuais ainda é um grande desafio e uma das principais doenças infecciosas. Diante disso, o presente trabalho, cujo o título é “Análise de casos de tuberculose em um estado da Amazônia brasileira entre 2017 e 2021” visa avaliar o perfil clínico epidemiológico dessa doença nas mesorregiões, uma vez que ela é uma das principais comorbidades relacionadas à pobreza, com altas incidências no Brasil e no Pará causadora de grandes impactos na qualidade de vida dos acometidos e no serviço de saúde. Portanto, trata-se estudo epidemiológico do tipo descritivo de caráter transversal com abordagem quantitativa que foi realizado através do levantamento de dados secundários referentes aos casos de tuberculose provenientes do Sistema de Informação de Agravos de Notificação e da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas. Os dados coletados foram tabulados com o auxílio do programa de planilhas eletrônicas MS Office Excel ® e analisados por meio do software BIOESTAT, versão 5.3. Foram notificados, a partir do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, coletados no dia 25 de julho de 2023, no período de 2017 a 2021, um total de 25.053 casos confirmados de tuberculose em todo o estado do Pará, com uma distribuição diferente dos casos por mesorregião. As duas mesorregiões que apresentaram o maior número de casos confirmados foram, mesorregião Metropolitana de Belém e Nordeste Paraense, enquanto que os menores números foram registrados no Sudoeste Paraense e Marajó. As maiores incidências são nas mesorregiões Metropolitana de Belém e Nordeste Paraense. A mesorregião que apresentaram maior percentual de letalidade da infecção pela tuberculose é o Sudoeste Paraense. Durante o período analisado, a Mesorregião Metropolitana de Belém apresentou maior número de notificações relacionado ao fato de a região possuir a maior concentração econômica e ter um aglomerado populacional maior e demonstrou uma tendência de notificação decrescente entre 2019 e 2020, que coincide com o período da pandemia de covid-19, o que pode ser fruto da subnotificação de casos. Foi observado que o Sudoeste Paraense apresentou a maior letalidade e a Metropolitana de Belém a menor letalidade, o que pode estar relacionado com a cobertura dos serviços de saúde. Concluindo-se que da pandemia da COVID-19 intensificou os desafios para o combate à Tuberculose no Pará e pode ter acarretado subnotificações de casos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Aspectos epidemiológicos da tuberculose no território indígena do médio Xingu na jurisdição do Dsei - Altamira-Pa(2024-10-04) SILVA, Beppry Xikrin; FREITAS, Lagerson Mauad; http://lattes.cnpq.br/3800005439730262; https://orcid.org/0000-0001-7195-9380; DAMASCENO, Osvaldo Correia; http://lattes.cnpq.br/5776172516395343No âmbito da saúde indígena nas comunidades do Médio Xingu, os casos de tuberculose vêm aumentando consideravelmente, descoberta só foi possível devido coleta de dados realizada pelas equipes multidisciplinares do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Altamira. O aumento de casos dessa patologia pode estar relacionado com alguns fatores culturais, como e com a falta de informações sobre medidas preventivas por parte da equipe de saúde o que dificulta a terapêutica e o acompanhamento dos indígenas em tratamento. A dificuldades de rastreamento dos pacientes indígenas, vivem em locais de difícil e a forma com que eles se locomovem para outras aldeias impede o acompanhamento. Em algumas comunidades, as casas são muito fechadas e com pouca circulação e ventilação de ar, e a convivência a longo prazo pode ser um fator de risco para a propagação dos casos de tuberculose. Por isso, é necessário construir ferramentas que facilitem o tratamento e o controle por parte das equipes multidisciplinares de saúde indígena.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Avaliação de manifestações clínicas em população ribeirinha da Amazônia exposta ao mercúrio ambiental(2024-10-03) VITORIO, Emanuely Oliveira; SANTOS, Ozélia Sousa; http://lattes.cnpq.br/0732396645940620O mercúrio é um metal pesado, presente em várias formas químicas na natureza. Entre essas formas, o metilmercúrio (MeHg) é a mais perigosa. Está presente naturalmente nos solos e é liberado na atmosfera e na hidrosfera através de atividades humanas, o norte do Brasil é uma área com elevados níveis de mercúrio. Esse metal, na sua forma inorgânica, quando entra em contato com a água, sofre um processo de biotransformação e entra na cadeia alimentar pela base. Uma vez na cadeia alimentar, a biota aquática se transforma na principal via de transferência do mercúrio de um ambiente contaminado para os seres humanos, especialmente para populações cuja dieta alimentar é baseada no consumo de pescados. Nessa conjuntura, os habitantes da Terra do Meio, na floresta Amazônica, com seu modo de vida típico de população ribeirinha, tendo sua alimentação baseada na pesca local, estão sujeitos a exposição ambiental ao mercúrio. O presente estudo analisou 182 ribeirinhos, revelando uma população com alta vulnerabilidade socioeconômica. A prevalência de sintomas relacionados à intoxicação por mercúrio nos resultados revela uma forte associação entre essa exposição e a ocorrência de sintomas de intoxicação. Os resultados reforçam a necessidade urgente de estratégias de mitigação e monitoramento contínuo da saúde nas comunidades afetadas, além de pesquisas adicionais para compreender melhor os impactos da intoxicação por mercúrio.