Graduação - IFCH
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Ação e reação: a política da ditadura nas páginas dos jornais paraenses (1964-1985)(2025-08-08) SEIXAS, Bruno dos Anjos; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073O presente trabalho analisa a cobertura jornalística e midiática da grande imprensa paraense durante o período da Ditadura Civil-Militar (1964-1985) a partir de uma seleção de fatos da vida internacional, nacional e local. Mostra como a história prévia da imprensa local, marcada pelo partidarismo explícito e pela adesão direta a grupos da burguesia local, contribuíram para as posições tomadas pelos jornais a partir de 1964. Também tenta entender como, durante e após a liberalização política iniciada no governo Geisel (1974-1979), os periódicos ainda relutaram em tomar uma posição de conflito aberto com os militares e encamparam apenas parcialmente as críticas populares à Ditadura.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Entre rio e terra: as ações antropogênicas nas crônicas de exploradores do século XVI na Amazônia(2025-03-31) SANTOS, Geovane Eleres; CHAMBOULEYRON, Rafael Ivan; http://lattes.cnpq.br/7906172621582952; https://orcid.org/0000-0003-1150-5912O presente estudo propõe-se a examinar as dinâmicas antropogênicas (e antrópicas) delineadas nas epístolas e relatos de navegação de exploradores europeus que percorreram a vastidão amazônica no século XVI, com ênfase nas narrativas de Diogo Nunes, Gaspar de Carvajal e Francisco de Vázquez. A investigação busca não apenas perscrutar as primeiras interações entre os agentes colonizadores e as sociedades indígenas autóctones, mas também desvelar as reverberações ecológicas e socioculturais advindas desse contato inaugural, inserindo tais fenômenos no escopo mais amplo das transformações desencadeadas pelo processo expansionista europeu. Ao proceder a uma análise acurada das modificações ambientais e das dinâmicas sociopolíticas descritas nesses documentos, este estudo almeja iluminar as concepções europeias acerca da paisagem amazônica, de seus recursos naturais e das cosmovisões dos povos originários, bem como refletir criticamente sobre as implicações epistemológicas e materiais das primeiras investidas coloniais na região. Dessa maneira, a pesquisa não apenas se insere no corpus historiográfico da Amazônia, contribuindo para a compreensão das matrizes estruturais que conformaram sua trajetória, mas também oferece uma perspectiva crítica sobre o papel ativo dos sujeitos atuantes, evidenciando os fundamentos históricos que sustentam a complexa relação entre ocupação humana e natureza.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Investimentos chineses na Amazônia Legal Brasileira (2014-2024): entre dependência e oportunidade(2025-10-30) GOMES, Amanda Duarte; MAFFRA, Lourrene de Cássia Alexandre; http://lattes.cnpq.br/6347888396818955; https://orcid.org/0000-0001-7241-6337Esta pesquisa analisa os investimentos chineses na Amazônia Legal Brasileira no período de 2014 a 2024. O trabalho avalia a tensão entre oportunidade e dependência, argumentando que o capital chinês atua fundamentalmente como um fator de reforço das contradições do capitalismo dependente brasileiro. Essa função não surge de uma natureza coercitiva dos investimentos, mas sim pela articulação do capital chinês ao modelo agroexportador e neoextrativista concebido enquanto política do Brasil para a Amazônia. Utilizando a Teoria Marxista da Dependência e o conceito de "quase-centro", a pesquisa mapeia os aportes em setores estratégicos, discute seus impactos socioambientais, o papel político do Brasil na relação bilateral e as possibilidades da relação Brasil-China.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Quero ser arqueóloga na UFPA! A história da arqueologia na Universidade Federal do Pará(2025-04-02) SOUZA, Juliana Ferreira de; ANDRADE, Marcela Nogueira de; http://lattes.cnpq.br/1787365209657998A pesquisa investiga a história da arqueologia na Universidade Federal do Pará (UFPA), desde suas primeiras incursões acadêmicas até a solidificação do campo na pós-graduação. O motivo é a necessidade de entender a estruturação da arqueologia na instituição e seu efeito na formação de pesquisadores e na preservação do patrimônio arqueológico. A abordagem metodológica envolveu pesquisa bibliográfica, análise documental em Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs) e entrevistas semiestruturadas com docentes da instituição. O objetivo principal era examinar o desenvolvimento da arqueologia na UFPA (campi Belém), reconhecendo os momentos históricos, a inclusão de disciplinas no currículo de graduações, criação da pós-graduação com área de concentração em Arqueologia e as contribuições para a área. Os resultados sugerem que, apesar da expansão da arqueologia na UFPA, sua presença na graduação ainda é fragmentada, com matérias isoladas em cursos como Ciências Sociais, Museologia, História e Conservação e Restauro. A falta de uma formação especializada em graduação em arqueologia e a escassez de infraestrutura para estudos de campo são obstáculos mencionados. O debate destaca a relevância de uma integração curricular mais ampla e investimentos na infraestrutura laboratorial. A conclusão enfatiza a importância de estabelecer um curso de graduação em arqueologia na UFPA, a fim de consolidar a formação acadêmica e intensificar a investigação e preservação do patrimônio arqueológico da Amazônia.Trabalho de Curso - Graduação - Relatório Acesso aberto (Open Access) Ressignificando a civilização: a dimensão simbólica na troca de objetos entre brancos e índios na Amazônia do século XIX(2025-06-17) ROCHA, Josylene da Gloria Souza da; HENRIQUE, Márcio Couto; http://lattes.cnpq.br/9096024504515280Este trabalho analisa o protagonismo indígena nas relações de troca entre as etnias indígenas e agentes coloniais na Amazônia no século XIX. A partir de fontes documentais e relatos de viajantes, a análise privilegia a agência indígena na apropriação simbólica de objetos trocados com os brancos. Propõe-se uma leitura que rompe com a narrativa tradicional de passividade dos povos originários, destacando práticas de resistência, negociação e ressignificação cultural. Através de uma abordagem historiográfica crítica, busca-se compreender como os povos indígenas instrumentalizaram tais relações em benefício próprio, mantendo certa autonomia em meio às políticas civilizatórias do Estado e da Igreja.