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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise da variação dos comprimentos e frações mássicas das fibras sintéticas e naturais (vidro e juta) nas propriedades mecânicas dos compósitos(2019-12-12) OLIVEIRA, Adriane Pimentel; BARBOSA, Karla Suellen Lino; http://lattes.cnpq.br/0362422563990739; COSTA, Deibson Silva da; http://lattes.cnpq.br/1521124351431087A indústria atualmente vem cada vez mais buscando materiais novos que apresentem resistência e menor custo. Os materiais compósitos são planificados para aperfeiçoar os desempenhos em determinadas aplicações, nesse sentido os materiais reforçados com fibras apresentam propriedades atraentes. Este trabalho tem por objetivo verificar a influência do comprimento e frações mássicas de compósitos com a inserção de fibras sintéticas de vidro e fios naturais de juta (Corchorus capsularis). O processo de fabricação dos compósitos foi por laminação manual hand lay up associada à prensagem em molde metálico. A matriz polimérica utilizada foi a resina poliéster isoftálica insaturada em conjunto com catalisador (1 %) e acelerador de cobalto (1,5 %) em v/v. As proporções de fibras inseridas nos compósitos foram de 2,5 % e 5 % em massa e nos comprimentos de 30 mm, 45 mm e 60 mm. O fio de juta e a fibra de vidro foram analisados morfologicamente através da Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), para verificar as características que os compõem. Os compósitos foram avaliados de acordo com as propriedades físicas através da massa específica aparente - MEA (ASTM D-792), porosidade aparente - PA (ASTM D-2734), e absorção de água – AA (ASTM D-570), além do comportamento mecânico de resistência à tração (ASTM D-3039). As fraturas dos compósitos foram analisadas através do MEV. A análise morfológica apresentou uma fibra de vidro com áreas lisas e contínuas, e o fio de juta com um emaranhado de fibras e superfícies rugosas, características que influenciaram nos desempenhos físicos e mecânicos. As propriedades físicas de MEA, PA e AA aumentaram de 5 % a 60 % com a adição de fibra de vidro (FV) e 4 % a 98 % com adição de fibra de juta (FJ). A maior variação das caracterizações físicas foram as composições de FV 60 – 2,5 % e FJ 45 – 5 %. Os melhores resultados de caracterização mecânica à tração mostraram que as composições de FV 30 – 5 % e FJ 45 – 2,5 % apresentaram limite de resistência a tração de aproximadamente 28 MPa e 20 MPa, respectivamente. As frações de 5 % (FV) e 2,5 % (FJ) foram as que obtiveram melhores desempenhos mecânicos. As análises das superfícies de fratura determinaram os mecanismos de falhas presentes nos materiais, como ocorrência de fibras rompidas, “marcas de rios” e trincas. No geral, as propriedades físicas e mecânicas dos compósitos foram superiores em relação à matriz plena, tornando-os aptos a possíveis aplicações, como revestimentos internos em gerais.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Comportamento físico-químico das nanoemulsões do óleo essencial da folha do Cravo-da-Índia(2025-04-09) VAZ, Valéria da Silva; ARAÚJO, Cássio Fernandes de; https://lattes.cnpq.br/2624937515628970; https://orcid.org/0009-0001-6057-4060; PAULA, Marcos Vinicius da Silva; https://lattes.cnpq.br/7538211324097974A busca por soluções inovadoras tem impulsionado a crescente demanda por nanomateriais, em razão de limitações dos métodos convencionais para resolver problemas como a deterioração de alimentos e a resistência de microrganismos, que acarretam impactos financeiros e sociais significativos. Nesse cenário, avanços científicos têm se concentrado no desenvolvimento de materiais eficientes, sustentáveis e seguros para a saúde humana e o meio ambiente. As emulsões configuram-se como alternativa promissora, especialmente por empregarem matérias-primas de origem natural. Este estudo investigou o efeito do armazenamento, durante trinta dias, nas propriedades físico-químicas de emulsões obtidas por emulsificação espontânea, formuladas com óleo essencial de cravo-da-índia (OEFC) nas proporções 8/2, 7/3 e 10/0 (v/v), utilizando óleo de canola como inibidor do amadurecimento de Ostwald e Tween® 80 como surfactante. Foram realizadas análises visuais, espectroscópicas, de pH e viscosidade. Os resultados indicaram elevada estabilidade ao longo do período avaliado, com baixa variação de pH, manutenção da viscosidade e alterações mínimas nos espectros de absorbância e transmitância. Conclui-se que as emulsões apresentam potencial para aplicações em embalagens ativas, filmes alimentares e curativos, contribuindo para a extensão da vida útil de alimentos e para o desenvolvimento de soluções sustentáveis.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Compósitos híbridos com fibras de bambu (Bambusa vulgaris) e lama vermelha: efeito do tratamento químico na resistência à tração dos compósitos(2019-06-25) FARIAS, Dorivane Cohen; COSTA, Deibson Silva da; http://lattes.cnpq.br/1521124351431087; SANTOS, Alessandro José Gomes dos; http://lattes.cnpq.br/4473253556335182A vasta área da ciência e da engenharia de materiais apresentam uma grande diversidade de aplicações, entre elas, destaca-se a produção de compósitos poliméricos incorporados com uma grande variedade de materiais de fontes naturais, de fácil acessibilidade, de grande abundância e considerados sustentáveis. Neste trabalho, foram produzidos compósitos de matriz polimérica incorporados com lama vermelha e compósitos híbridos com lama vermelha e fibras de bambu tratadas quimicamente e não tratadas, para análise mecânica de tração e fractográfica. A matriz polimérica utilizada foi à resina poliéster isoftálica insaturada juntamente com acelerador de cobalto (1,5 % v/v) e catalisador (1 % v/v). Os colmos de bambu foram coletados no Campus Profissional I (um) da Universidade Federal do Pará. As fibras foram extraídas manualmente, cortadas nos comprimentos de 15 mm e submetidas a tratamentos químicos em solução alcalina com 5 % de hidróxido de sódio (NaOH). A lama vermelha, proveniente da empresa Hydro Alunorte, foi peneirada manualmente em peneira de granulometria 100 mesh e caracterizada por meio da Difração de Raios – X (DRX). Os compósitos seguiram o processo de fabricação pelo método de laminação manual (hay layup). As proporções de lama vermelha inseridas nos compósitos foram de 10 %, 20 %, 30 % e 40 %. Para os compósitos híbridos foram inseridas as seguintes proporções: 3 %/10 %, 3 %/20 %, 3 %/30 % e 3 %/40 % (Fibra/Resíduo). Sendo confeccionados 10 (dez) corpos de prova para cada série fabricada. Os compósitos produzidos foram analisados quanto sua resistência à tração de acordo com a norma ASTM D3039. As análises fractográficas foram realizadas por Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). Como melhor resultado para compósitos com incorporação de resíduo teve-se a proporção 20 % com um limite de 36,63 MPa. Para compósitos híbridos com inserção de fibras não tratadas e resíduo, o melhor limite de resistência à tração foi de 36,25 MPa para a proporção de 3 % de fibras e 10 % de resíduo, já para compósitos híbridos com inserção de fibras tratadas e resíduo, o melhor resultado foi para proporção 3 %/10 % com um limite de 35,30 MPa. A fractografia realizada nas morfologias das fraturas dos compósitos demonstraram mecanismos como: trincas na matriz, descolamento e desfibrilamento de fibras, fibras rompidas e fibras arrancadas (pull-out).Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Influência do tratamento químico das fibras de bambu (Bambusa vulgaris) na propriedade mecânica de tração dos compósitos híbridos (fibra e lama vermelha)(2019-06-25) SILVA, Nayla Gonçalves da; COSTA, Deibson Silva da; http://lattes.cnpq.br/1521124351431087; SANTOS, Alessandro José Gomes dos; http://lattes.cnpq.br/4473253556335182Com aumento do interesse pelo desenvolvimento sustentável, a uma preocupação dos pesquisadores em criar alternativas para contribuir para a preservação do meio ambiente, desenvolvendo materiais sustentáveis e de qualidade. Nesse trabalho foram desenvolvidos materiais compósitos de matriz polimérica com inserção de lama vermelha nas frações de 10, 20, 30 e 40 % e compósitos híbridos de lama vermelha nas frações de 10, 20, 30 e 40 % e fibras de bambu na fração de 3 % no comprimento de 30 mm tratada e não tratada quimicamente, os materiais sintéticos utilizados foram: resina polimérica poliéster isoftálica, acelerador de cobalto, catalizador e desmoldante. Foram confeccionados 10 (dez) corpos de prova para cada série fabricada, utilizando o método hand lay- up os quais foram submetidos à avaliação por meio de ensaios de tração para determinar as propriedades mecânicas dos materiais. O ensaio mecânico realizado nos compósitos obedeceu a norma ASTM D-3039, após ensaiados os corpos de prova foram submetidos a análise da superfície de fratura através da microscopia eletrônica de varredura – MEV. Os resultados obtidos mostraram que houve aumento no limite de resistência dos compósitos em relação à matriz plena. Os melhores resultados de limite de resistência foram: 36,63 MPa na fração de LV 20 % de resíduo, 28,85 MPa na fração de LV 10 % + FTR3 % para compósitos híbridos resíduo / fibra com tratamento químico e 31,06 MPa na fração de LV 10 % + FNT3 % para compósitos híbridos resíduo / fibra sem tratamento químico. As análises morfológicas das superfícies de fraturas foram eficientes pois evidenciaram as falhas predominantes, como: arrancamento de fibras, rompimento, trincas e vazios.