Navegando por Autor "RIBEIRO, Ana Carolina Lopes"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Relato de experiências extensionistas no ensino de ciências e de biologia a partir da osteoteca(2023-11-21) RIBEIRO, Ana Carolina Lopes; VIEIRA, Thiago Bernardi; http://lattes.cnpq.br/5106382132269394; https://orcid.org/0000-0003-1762-8294Uma coleção científica-osteológica consiste no armazenamento, preservação e classificação de espécimes que representam a biodiversidade de um determinado local. O ensino de Ciências e de Biologia pode se tornar mais fascinante quando se faz uso desse tipo de coleção como modelo didático, por exemplo, para ilustrar características evolutivas e adaptativas. A utilização dessa coleção é uma forma eficaz, viável e de baixo custo de se ter uma visão holística e interdisciplinar sobre o ensino de ciências e de biologia nos ciclos básicos, integrando a zoologia, ecologia, fisiologia, comportamento, evolução e didática. Assim, o objetivo deste trabalho foi descrever o processo de organização e utilização de coleção osteológica no ensino de Ciências e de Biologia. As técnicas de dissecação para a obtenção das peças osteológicas seguiram as indicações específicas. Os espécimes foram numerados e tombados em planilha eletrônica com código numérico, número da caixa e informações sobre os exemplares. Quando esse material é usado em feiras, exposições, escolas e demais eventos, são selecionados os ossos de acordo com o público alvo e o objetivo do evento. A coleção osteológica começou como um projeto de extensão do LABECO desde 2018, com objetivo de difundir a ciência através do estudo de ossos e desde então esteve presente em eventos e feiras escolares em Altamira, Pará. Atualmente comporta 160 peças osteológicas, contendo: 67 crânios, 78 crânios com mandíbula, 2 mandíbulas, 7 esqueletos completos e 6 esqueletos parciais. Esses exemplares pertencem a diferentes classes e espécies. As experiências vivenciadas nas interações entre universidade e o meio não acadêmico promovem grande troca de saberes que agregam conhecimento e representam também uma maneira não formal de educação ambiental. Em Altamira ainda não existem outras propostas dessa natureza, o que torna essa iniciativa importante para os diversos níveis de ensino e público em geral. Com esse material em mãos é possível desenvolver muitas outras atividades didáticas, abrindo assim caminhos para novos usos da Coleção Osteológica. Ademais, cada uma dessas interações é única, construindo, assim, uma relação singular com a osteoteca