Navegando por Autor "LIMA, Genison Lobato de"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A educação de jovens e adultos no marajó: reflexões sobre o perfil e as condições de permanência dos alunos na EJA em Breves- PA(2022-02-04) LIMA, Genison Lobato de; COSTA, Eliane Miranda; http://lattes.cnpq.br/7752492408860587O presente Trabalho de Conclusão de Curso intitulado “A educação de jovens e adultos no Marajó: reflexões sobre o perfil e as condições de permanência dos alunos na EJA em Breves, PA”, parte dos seguintes questionamentos: Quem são os alunos da EJA no município de Breves, no Marajó? Quais as dificuldades que esses alunos enfrentam quanto o acesso e a permanência na escola? O que esses alunos esperam da escola e da EJA? As metodologias adotadas pelos professores atendem as necessidades de aprendizagem desses alunos? Tem-se por objetivo geral: compreender as dificuldades enfrentadas pelos alunos da EJA, no município de Breves no Marajó, para se inserir e se manter na escola. De modo específico procurou-se: Identificar quem são os alunos da EJA; conhecer as dificuldades por eles encontradas para continuar estudando; verificar as perspectivas desses alunos quanto à escola e discutir se as metodologias adotadas pelos professores da EJA atendem as perspectivas desses alunos. O quadro teórico desta pesquisa conta com a contribuição de autores como Arroyo (2017), Almeida e Corso (2015), Freire (1996) entre outros. No campo metodológico, adotando a abordagem quanti-qualitativa, fizemos uso de um questionário com perguntas fechadas e abertas aplicado a duas categorias de sujeitos (alunos e professores), divididos da seguinte maneira, 08 (oito) alunos da EJA e 05 (cinco) professores que trabalham com essa modalidade de ensino. A pesquisa foi realizada em duas escolas municipais: a Escola Ruth Helena, localizada no bairro castanheira e a Escola Estevão Gomes, localizada no bairro da Cidade Nova. Os resultados revelaram que a maioria dos alunos da EJA das escolas pesquisadas é de classe social baixa. Quanto à faixa-etária, um percentual tem acima de 40 anos e um percentual de jovens entre 16 e 21 anos. A permanência dos alunos está condicionada à questão da infraestrutura da escola, bem como a metodologia. Concordamos com Arroyo (2017) que há a necessidade de tratar o aluno não apenas como uma “mente incorpórea”, mas como sujeitos, que durante vida fazem esforço, portanto precisam de condições mínimas e específicas para desenvolver suas atividades educativas.